Geral

Meia-escolha

  
Metade de mim: mato

Metade: concreto

Cidade-campo

Rua e deserto

Metrópole-selva

Em batimentos sincrônicos

E desbaratados

Fito a relva

Sigo pendulando

Trôpega 

Indecisa

Em engarrafamentos de 

Formigas

Em revoadas de 

motos

Mato minha mata

E respiro concreto

(Nada secreto)

Parafraseio contratos,

Circuitos, estradas,

objetos

Esbarro em colibris e 

Ratos

Concretizo a minha mata

De fuligem e 

Neblina 

De azuis e 

Cinzas

De primaveras e 

Semáforos.

(Até quando esse esculacho?)

Metade de mim, mato.

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