Geral

Café, amor e licor

Chegar pro almoço

Faminta de muitas fomes

Torneira aberta,

Fonte seca

Pingos d’água não lavam mãos.

A vida jorra

O tempo passa

Águas que não caem

A torneira segura o fluxo

A mão não freia o pingar.

A gota que vaza

Transborda a sede

Fala do meu (a)mar

Que não foi

Do querer que

Não sei onde está

Resta a dor, o amor, o licor

Café que amarga a língua

E lembra que está na hora

Hora de acordar

De parar de sufocar

A intuição pesada

Que insiste em alarmar.

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